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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Kafkiano




Kafkiano, eis o que sou;
Arendt, flor filosófica;
Rimbaud, "Ce Qu'on Dit Au Poète...".
Inverno de esperanças ensolaradas,
Nós,
Em manhã de beijo dominical:
Eco de meus versos nascentes
no enrubescer do amor filosófico.


Juscelino V. Mendes



A chegada da noite

(A Leila Míccoles)


Lâmpadas balançavam

Tristemente,

Sob chuva fina,

E anunciavam

A chegada da noite,

Estancando infante lua

Que desabrochara no silêncio.



Juscelino V. Mendes



Homenagem à minha querida amiga poeta e escritora, Leila Miccolis (http://pt.wikipedia.org/wiki/Leila_M%C3%ADccolis) - Clique no título do poema e veja o vídeo.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O encontro naquele instante




Encontrei-me comigo mesmo.
Não sei ao certo, mas estranhei
O encontro naquele instante só.

A necessidade de encontrar
O estranho é estranho
Em si mesmo, porque lúdica.

A necessidade do outro é lúdica,
Ainda que seja estranho
em si mesmo, porque completa.



Juscelino V. Mendes


Clique no título do poema e assista ao vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=lZkDq4l4atM  Eu Preciso Aprender a Só Ser  Gilberto Gil



domingo, 21 de fevereiro de 2010

O charme da burguesia

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O charme da burguesia
É não ter charme,
A burguesia:
Alarme
À hipocrisia. 

O charme da burguesia
É não ser verdade,
A burguesia:
Vaidade


Em demasia.



Juscelino V. Mendes


Clique no título do poema e assista trecho do filme
-->"O Discreto Charme da Burguesia" -->(Charme discret de la bourgeoisie, Le, 1972) de Luis Buñuel, minha inspiração poética. Nada contra a moça bela e charmosa que aparece embalando a música de Seu Jorge nesse vídeo. Apenas eu quis a música aqui para tornar o meu poemeto menos áspero e homenagear minhas alunas. Nada alem disso... 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Estratégia do Golfinho



Ministro palestra motivacional sobre A ESTRATÉGIA DO GOLFINHO, uma metáfora sobre o comportamento da carpa, do tubarão e do golfinho nos nossos próprios comportamentos no dia a dia na vida: A conquista de vitórias num mundo caótico - e quão caótico ele está! - é o tema desenvolvido por Lynch e Kordis em seu interessante e produtivo livro. "As estratégias da carpa e do tubarão estão profundamente IMPLANTADAS dentro de nós". Dizem AS CARPAS: "Não posso vencer"; a 'ignorância é uma bênção' e repetem essa mensagem; OS TUBARÕES: "Tenho de vencer", repetem isso à exaustão e negam até as verdadeiras conseqüências do fracasso; O GOLFINHO diz: "Quero que ambos ganhemos - e ganhemos de forma simples, precisa e retumbante, não importando quais sejam as nossas chances, as dificuldades que temos pela frente".

Convido-os, pois, a assistirem essa palestra, que adaptei de forma singular e atraente, a fim de melhorar o seu aprendizado, e, consequentemente, as suas preciosas vidas!





Juscelino V. Mendes
Vide comunidade no orkut: http://www.orkut.com.b/Main#Community?cmm=580380

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Um autor - um escritor


"um autor é bem sucedido ou não é. Um escritor mantem uma esperança mesmo sendo desconhecido". Fernando Pessoa.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Chuva

                       Campinas, terça-feira, 26-01-2010


"Eu ouvia a chuva violando a terra..." - 
          (James Joyce, in Dublinenses)

Chuva, chovendo
Caindo, matando, descendo veloz
Torrencial, matinal
Desgraçadamente sobre eles!

Nós.
Todos.

Inundando, transbordando rios, ruas:
sangue, água, sem cessar.
Matando,
Rio, Paraná, São Paulo, Ceará
Nada de água, água para
Nada.
Enchente, ingente, indigente, gente
Fogem de lá para cá.
Morrendo de sede, de fome,
Sem amor,
dor,
Saudade,
Clamando,
Caindo sempre,
Molhando, invadindo,
Matando, não eles,
Latifundiários,
Os bons,
Somente os maus.
Descendo, chovendo
Crescendo, enchendo e enchendo.
Matando a fome:

Uns,
Outros,
Todos,
Inundando-me tambem o coração.

Compus esses versos, ora adaptados, por ocasião da enchente de 1977, cujos mortos foram tantos, que só nos lembramos por que tudo se repete furiosamente neste ano, sobretudo com a trágica morte de Rosemary Aparecida Romero de Moraes, esposa de meu amigo, Jairo de Moraes, levada pelas enxurradas na tarde escura de terça-feira, em Campinas, 26 de janeiro de 2010. Homenageio-a com saudades de sua alegria contagiante. Assista ao vídeo, clicando no título do poema, "queimadas na amazônia", do Greenpeace, cuja reportagem demonstra a causa do que passamos com as chuvas intensas, causadoras de problemas em nossas cidades.


 Créditos:

Foto: http://noticias.terra.com.br/brasil/fotos/0,,OI115024-EI8139,00-vc+reporter+chuva+deixa+ruas+alagadas+em+Campinas.html


http://www.youtube.com/watch?v=sIwiZxPISN4
http://www.youtube.com/watch?v=yJiYXbNrdz8