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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Que é ser socialista no Brasil?

Cumprimento do art. 3º da CF/88



Ser socialista no Brasil é receber um bom salário, de preferência de empresa pública, ou privada, pouco importa, ou desfrutar de alguma posição na sociedade, que dê ao individuo uma boa condição de vivência, com um bom tempo nas horas de folga para se regalar com as boas coisas da vida, e, sobretudo, manter os pobres bem longe e entregando-lhes um adjutório (como dizia minha querida e finada avó, Ana Maria), para que  se sintam inseridos de alguma forma nesta sociedade consumista, vaidosa e egoísta. O socialista brasileiro não quer saber desse negócio de distribuição igualitária dos bens para todos; reforma social, centralização do poder nas mãos de um único partido, um "Partidão", como sonha o PT, implantação de um sistema forçado de redistribuição de renda (o que era só seu, agora também é meu, tá ligado? - Algo assim, que os bandidos de nossas ruas conhecem muito bem) etc. É uma espécie esdrúxula e estúpida de ser um real capitalista com o descaramento e a cara de pau pintada com o socialismo jamais vivido, nem conhecido de fato, felizmente. A social democracia, com o cumprimento honesto do artigo 3º da Constituição Federal de 1988, é o que seria relevante e bastaria para um país decente.



Juscelino V. Mendes


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Petrobrás e a Polícia Federal

A Polícia Federal é do Estado e não de governos


Gostaria de esclarecer algo importante aqui a respeito da Polícia Federal, que a presidente Dilma Rousseff, seguindo seu mestre mor, Lula, gosta de dizer, passando a ideia de que as investigações realizadas pela PF seja uma demonstração de isenção de seu governo na busca dos corruptos estejam aonde estiverem. Na verdade a PF é polícia do Estado que, por determinação Constitucional (Artigo 144 da CF/88), é permanente, independe de governos, embora seu departamento pertença ao Poder Executivo e subordinado ao Ministério da Justiça (Decreto 6.061/2007), o que não significa dizer que suas investigações possam ser controladas pelo Executivo, a seu talante. O Estado brasileiro, através do Legislativo, faz as leis, mas nem por isso está acima delas, como exemplo. Só pode o que a lei disser que pode. Então a senhora presidente está, no mínimo, equivocada, quando diz:


“E quero dizer mais: o governo tem tido em relação a essa questão (investigação da Petrobras) uma posição extremamente clara. Aliás, foram órgãos do governo que levaram a essa investigação. Foi a Polícia Federal, não caiu do céu. O governo está investigando essa questão” (pela TV e mídia em geral hoje).





Não foram, senhora presidente, órgãos do governo, mas órgãos do Estado, que estão investigando essa podridão na Petrobrás, empresa que já foi considerada e respeitada internacionalmente e agora descoberta com um ninho de ratos de variadas cores políticas da pior espécie, a nos roubar às escâncaras.


Juscelino V. Mendes

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Marina Jânio da Silva Roussef

Contrariando Voltaire



Marina Silva é uma versão aparentemente light de Dilma Roussef, mas, não se iludam, ambas seguem a mesma e velha cartilha do PT de Lula, Marilena Chauí e companhia, sendo Marina tão truculenta, com ideias ortodoxas tão firmes, quanto a atual presidente da república. A situação político-econômica brasileira será agravada, caso Marina ganhe essas eleições, porque teria grandes partidos históricos contra ela no Congresso, recheados de gente do quanto pior melhor. Imaginemos, por exemplo, o PT como oposição e magoado com uma perda de poder! O caos se instalaria e o resto de democracia que temos iria para o ralo, especialmente com a conversa de Marina sobre a tal de "democracia participativa", ou seja, governar com a participação do povo, que geralmente fica perdido e esperando que os governantes façam, inclusive, a sua parte. Já tivemos a mesma conversa no final da década de 50, com o estranho e esquisito Jânio Quadros, que, por coincidência, também era Silva e (des) governou apenas por oito meses (31/01/61 - 25/08/61) um Brasil corrupto e tão esfacelado na política quanto agora. Truculento, irônico, solitário, Jânio da Silva esperou que o povo, através da "democracia participativa", o mantivesse no poder. Sabemos no que deu: na malfadada e horrenda malditadura militar. Como diria Voltaire "Quando o povo começa a refletir, tudo está perdido.". Enfim, brasileiros gostam de emoções e do "vamos ver no que dá". Podemos pagar muito caro, como já pagamos com o esquisito da Silva e com o tresloucado e emocional Collor, se não refletirmos antes que tudo esteja perdido, contrariando Voltaire. Assim, penso que a nossa saída dessa situação, seja a eleição de Aécio Neves, que tem experiência para trabalhar com equipe competente no executivo e bom trânsito político no Congresso, por suas excelentes atuações no legislativo brasileiro.


Juscelino V. Mendes