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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Legal a execução de Archer?

Muita gente que conheço, achou legal, sob todos os aspectos que esta palavra representa, a execução de Archer na Indonésia, acusado de tráfico internacional de drogas. Penso diferente. É ingenuidade entender que a execução de alguém que transporta drogas, as chamadas mulas, intimidará outros para que não cometam o mesmo crime. É, também, ingenuidade, culpar por esse crime hediondo apenas os que traficam drogas. Essa é a típica doença que, de forma epidêmica, está disseminada em todas as sociedades. A oferta é grande e cara, porque a procura é ainda maior, a corromper desde a família até autoridades nessa insanidade que, provavelmente, jamais terá fim, porque o ser humano é corrompido na sua própria natureza caída, conforme nos diz Jeremias (17.9): 

"Quem pode entender o coração humano? Não há nada que engane tanto como ele; está doente demais para ser curado."

Governos colaboram para que essa economia fantástica, no duplo sentido, não apenas se estabeleça, mas se aperfeiçoe ainda mais em sua senda criminosa; profissionais respeitados envolvidos como consumidores, artistas idolatrados por fãs igualmente no mesmo desiderato.

Assim, parece-me um julgamento destituído de qualquer análise sociológica, antropológica, filosófica, e, sobretudo, teológica, entender como normal uma pena de morte, como a aplicada ao Marco Archer, e, pelo que se diz, ocorrerá também com outro brasileiro, Rogério Gularte, na Indonésia e esperar que isto ajude a resolver o problema mundial e intimide outros para não fomentá-lo ainda mais. Só a fé, entrega e submissão a Deus, mudará esse estado de coisas, o que, como também parece ingenuidade acreditar que isto aconteça, porque o "...mundo jaz no maligno" (João 5:19).




Juscelino V. Mendes

domingo, 18 de janeiro de 2015

Minhas ideias









O gado pastava
devagar, ruminando
minhas ideias





Juscelino V. Mendes

Nuvens de pedra

Nuvens de pedra
Pássaro incógnito
Miragens reais



Juscelino V. Mendes

Estrelas Estáticas

Estrelas estáticas,
Pirilampeiam pela noite
E Cuiabá
Abre sua boca
Com bafo quente,
entontecedor,
Deixando um ar de enjoo
E enfado.

O pássaro de aço,
Com almas em suas entranhas,
Fura o véu da noite
Quieto, absoluto,
A caminho da Floresta-mãe.



Juscelino V. Mendes