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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Oração!


E, com uma oração, começa a minha campanha política a vereador (Meu Nº 45 444) por Campinas em 2016:


"Duas coisas te pedi;

não mas negues antes de eu morrer:
afasta de mim a falsidade e a mentira;
não me dês nem riqueza e nem pobreza,
concede-me o meu pedaço de pão;
não seja eu saciado, e te renegue,
dizendo: 'quem é Deus?'
Não seja eu necessitado e roube
e blasfeme o nome de meu Deus."


(Provérbios 30.7-9 - Bíblia Sagrada).


A minha campanha inicia-se assim, continuará assim, e, se eleito, concluirei meus projetos com essses princípios descritos na passagem bíblica acima. Se você deseja uma representação que aja com tais princípios, peço o seu voto e compartilhamento.


Muito obrigado!




Professor Juscelino Mendes


Meu número 45 444.

sábado, 9 de julho de 2016

Beleza abafada

(p/ Amy Winehouse)



Rastros de alegria,

Cheiro de tristeza,

Beleza abafada

Na sonoridade das luzes

Encantadas!



Um belo ser,

Em busca do eu

E do prazer de tantos,

Encantos:

Prantos, risos,

Cores, brilhos,

Nascidos na dor.


Juscelino V. Mendes






quarta-feira, 29 de junho de 2016

Poder sobrenatural

Feito Baudelaire perguntei ao vento: por que foges? Deu-me um sorriso frio, gelado e desapareceu na noite, com o seu poder sobrenatural.



Juscelino V. Mendes

sexta-feira, 17 de junho de 2016

quase

soçobra em mim um quase
soluçar, um quase
voo nas plenitudes siderais
respirando liberais
ares, a mares, liberdade...


Juscelino V. Mendes





sábado, 14 de maio de 2016

Elogio da loucura de Roterdam e senadores petistas


Quando a arrogância supera o bom senso, ouvem-se senadores e senadoras governistas perguntarem, em suas falas pela não admissibilidade do impeachment, o que será do Brasil sem "a presidenta" Dilma, sem o PT no executivo federal, como se o Brasil acabasse com a sua saída!


Na obra do filósofo Erasmo de Roterdam (1466-1536), "Elogio da Loucura", lemos esta passagem, talvez 'copiada' de algum intelectual do PT, mesmo tendo sido escrito no século XVI:

Julgue-me, agora, quem quiser, e confronte o bom serviço que prestei aos homens com a metafomorfose dos deuses. Não preciso recordar, aqui, os horríveis efeitos do seu ódio; falarei apenas dos seus benefícios. Que graças concedem eles aos que estão para morrer? Transformam um em árvore; outro em pássaro, este em cigarra, aquele em serpente, etc, que são, na verdade, grandes esforços de beneficência! Chega a parecer que a passagem de um ser para o outro é o mesmo que morrer. Quanto a mim, é o homem em pessoa que reconduzo à idade mais bela e mais feliz. Se os mortais se abstivessem totalmente da sabedoria e só quisessem viver submetidos às minhas leis, é certo que não conheceriam a velhice e gozariam, felizes, de uma perpétua juventude.",  p. 30

É isto que me parece evidente nos discursos dos petistas no Senado da República, tendo um deles dito que a Petrobras hoje vale muito mais do que valia no governo FHC. Acho que vivemos no "paraíso pedido" de John Milton, e não sabemos.


Juscelino V. Mendes


terça-feira, 26 de abril de 2016

Candidato a ídolo


O Brasil é pobre demais na busca de ídolos. Primeiro foi o maquiavélico Joaquim Barbosa, e, por último, o eficaz Moro.

Não precisamos de pessoas, mas, como ensina Popper, "de instituições democráticas fortes, que evitem a ascensão de tiranos", embora, segundo ele mesmo, "não haja método infalível a evitar que um tirano suba ao poder e destrua a democracia".

O PT e seus Dirceus, Lulas, Dilmas etc. da política brasileira estão aí para dar razão a Popper.

Qualquer desses ídolos de momento que subir ao poder, mostrará as suas garras antidemocráticas.

Quem será o próximo candidato a ídolo?



(POPPER, Karl. A sociedade aberta e seus inimigos. Belo Horizonte: Itatiaia, 1998, volumes 1 e 2)


Juscelino V. Mendes